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MESTRAS E MESTRES DA RIMA – RAP, REPENTE E CURURU

Piracicaba foi berço do Cururu, um desafio cantado, acompanhado pelo som da viola caipira. Outro desafio do improviso rimado, o repente, de origem nordestina hoje é  disseminado e reconhecido por todo Brasil. Já as batalhas de rima do Hip Hop, mas recém chegadas, ocupam semanalmente a praça central de Piracicaba, antes palco do Cururu. O Curau promoverá o encontro entre mestres destas culturas que apesar de muito distintas guardam em comum a rima e o desafio.

QUI | 14 OUT 2021 | 19h

ONLINE YOUTUBE do Festival CURAU

RODA DE PROSA

BULE BULE

Esta figura emblemática da cultura popular, conhecido como o maior repentista da Bahia, também é um excelente cordelista, com mais de 100 títulos publicados, um exímio sambador e tiraneiro, e um forrozeiro de grande valor, tendo todas estas virtudes comprovadas em seus oito discos e dois DVDs gravados em mais de 45 anos de carreira.

Foto Fernanda Maia

JESSICA CAITANO

Nascida em Triunfo-PE, no Alto Sertão do Pajeú. É uma artista multifacetada: cantora, compositora, rapper, coquista, percussionista, poeta-declamadora, arte-educadora e LGBTQIArtivista, ela faz parte do power trio Radiola Serra Alta e seu Eletrococo Muderno, e coordena o grupo Cambindas de Triunfo. Em 2019 lançou o EP Reboco, disponível em todas as plataformas digitais pela Oré Música.

AFROW

25 anos, Mc desde os 16, integrante do grupo Zona9meia e do selo locomotiva records, autor do EP “Espírito de Luz” trabalhou com 8 faixas que contou com a participação de grandes nomes da cena local. Mc de batalha desde 2012, participou e foi campeão de batalhas como a “Batalha Central”, que ocorre em Piracicaba desde 2009.

DANIEL GARNET

Daniel Garnet é rapper,  um dos idealizadores da Batalha Central de Piracicaba, e criador da série “Consultor de Rimas”.

Foto Marcos Maia

APRESENTAÇÃO DE CURURU

LUIZÃO DO PAU D’ALHO, MAURO BORTOLETO E DONIZETE VIOLEIRO

Tendo raízes indígenas mas também com influência dos povos africanos e portugueses, é uma das tradições mais características do caipira paulista, o Cururu é um desafio cantado, acompanhado pelo som da viola. Piracicaba que foi berço desta tradição e reconhecida nacionalmente por cururueiros como Parafuso, Pedro Chiquito e Nhô Serra, hoje tem espaços cada vez mais escassos para a tradição sendo um deles o Festival Curau. Nesta edição o Cururu está bem representado com os cururueiros Luizão do Pau D’alho, Mauro Bortoleto e Donizete Violeiro, autênticos representantes desta cultura.

Foto REC Coletivo